NOTA DE FALECIMENTO – SAULO PEREIRA DE MELO

 

A preservação de uma obra ancora-se nas ações de muitos entes sociais. Algumas dessas ações parecem definidas pelo destino, outras por vontade.

Saulo Pereira de Mello escolheu (ou foi escolhido por) um filme. Juntamente com Plínio Sussekind Rocha, batalhou incansavelmente pela sobrevivência e reconhecimento de uma das grandes obras de arte do cinema, o filme Limite (1931) de Mário Peixoto, do qual foi amigo e guardião zeloso de sua obra.

A Cinemateca Brasileira, que teve o privilégio de contar com a supervisão de Saulo na última restauração de Limite, lamenta profundamente o seu falecimento.

Aos familiares, nossos sentimentos e um profundo agradecimento pela inestimável contribuição de Saulo à preservação de nossa memória cinematográfica.